Ibitiara - Depois de 40 anos, menor advogado do mundo retorna à cidade.

O terno escuro leva um broxe com o brasão peruano. Cabelos grisalhos, dono de uma voz grave e impostada. Sobre uma cadeira atrás de um pedestal, Dr. Mauro Figueiroa, considerado o menor advogado do mundo não chama atenção apenas pela estatura de 75 centímetros, ele prende a atenção dos ao ministrar sua palestra motivacional sobre perseverança e força de vontade, e relatos de sua história de vida marcada por perseguição e preconceito.

“Nasci apenas com a cabeça e o tronco. Queriam me matar. Graças ao amor de minha mãe que me protegeu sobrevivi. Não tenho mãos, nem dedos, nem pernas e não fiquei chorando pelos cantos me lamentando. Sempre quis fazer tudo o que as pessoas que não são deficientes fazem. E consegui porque eu quis e por isso me considero um vencedor”. 

Promovido pelo governo Peruano, desde os 18 anos ele viaja por diversos países levando uma mensagem de otimismo e coragem. Há cerca de 40 anos ele esteve em Ibitiara, muita gente se lembra. “Eu me lembro. Um caminhão parou Praça da Bandeira. Muita gente se reuniu para ver. Ele chamou algumas crianças e fez algumas perguntas”, disse O blogueiro Nengo, na época meu pai Professor Evilásio Santana Gama era vivo e falou em microfone para Mauro Figueiroa na praça da Bandeira lotada ano 1972 ,. “Ele chamou Minha Prima Nadir Xavier e pediu para ela colocar a linha em uma agulha. Só que ele sem as mãos conseguiu fazer isso primeiro”.

. Agora Dr. Mauro Figueiroa, retorna a Ibitiara para realizar palestras em escolas. Como professor e conferencista internacional, ele é bacharel em direito e ciências pedagógicas formado no Peru sua terra natal. Com o título de “Embaixador da força de vontade”, ele domina três idiomas, português, castelhano e inglês, toca os instrumentos musicais gaita, piano, violão saxofone e flauta e é autor de diversos livros, que abordam temas relacionados ao direito que todos têm à vida e de se auto determinar livres de qualquer possibilidade de serem vítimas de preconceito.
Ele relembra. “Eu tinha um caminhão e fazia apresentações artísticas em praças públicas. Hoje o meu convênio com o governo peruano é a realização de palestras em escolas, porque eu acredito que a esperança está em cada criança e nos jovens. Por isso precisamos acreditar e ter esperança, querer é poder”, afirmou Figueiroa.

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